MUNDO

Ditador comunista Nicolás Maduro propõe 25 anos de prisão para quem 'expressar ódio' contra ele

Agosto 11 / 2017

O ditador comunista assassino da Venezuela, Nicolás Maduro, propôs nesta quinta-feira, 10, a pena de 25 anos de prisão de quem saia às ruas para "expressar o ódio" contra ele. No plenário da Assembleia Constituinte, o ditador entregou suas propostas para a nova Constituição da Venezuela. Em discurso, ele disse querer se encontrar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e pediu que o chanceler Jorge Arreaza tente marcar uma reunião com o americano.

Maduro disse que quer relações tão fortes com os EUA como as que ele tem com a Rússia. "Trump, aqui está minha mão", disse. O discurso ocorre pouco depois de críticas de Caracas ao comportamento de Washington. O governo de Trump chamou afirmou que Maduro não é presidente e sim um "ditador", como é o sonho de todo comunista socialista. Trump aprovou ainda sanções contra ele e outras autoridades que tem cometido crimes, inclusive assassinatos em nome da "revolução bolivariana".

Na quinta-feira, em ato simbólico, Maduro colocou o cargo à disposição da Assembleia, declarando que a Constituinte tinha "poder soberano". 

Milhares de venezuelanos tem morrido de fome e violência pela a implantação do comunismo no país, onde a população perdeu todos os direitos. As minorias foram utilizadas apenas para que o ditador chegasse ao poder e agora, foram as primeiras a serem executadas por grupos milicianos armados pelo ditador, depois que a população foi desarmada com a retórica de que sem armas, a Venezuela seria mais segura e menos violenta.

A Venezuela, que já foi o país mais rico da América Latina em 1990, por ser rica em petróleo, hoje está na miséria, apenas com os grupos apoiadores do ditador assassino se beneficiando da riqueza concentrada nas mãos do governo corrupto, implantado com o apoio inclusive de partidos como o PT, PSOL, PCdoB e demais de extrema-esquerda do Brasil.

Categorias : MUNDO